
DE 09/06 a 05/07 -2026
Chiquinha em Concerto
Ana Paula Machado e Renato Cordeiro
09/06 - 19h30
SAIBA MAIS
Chiquinha em Concerto – Ana Paula Machado e Renato Cordeiro
Abertura Oficial
Capela Santa Maria
Gratuito e Livre
O concerto apresenta duetos de operetas de Chiquinha Gonzaga, interpretados pela soprano Ana Paula Machado e pelo tenor Renato Cordeiro, acompanhados por piano, flauta, percussão e violoncelo, em arranjos de Vicente Ribeiro.
As melodias, marcadas pela expressividade e pela proximidade com a fala cotidiana, revelam o universo urbano do final do século XIX e início do XX, refletindo os costumes, os afetos e as transformações sociais de seu tempo. A obra de Chiquinha Gonzaga evidencia a formação da música popular brasileira, unindo a sofisticação do teatro musical à riqueza rítmica e cultural do país.
Ficha Técnica
Violoncelo: Lucas Sampaio
Percussão: Aglaê Frigeri
Flauta: Fabrício Ribeiro
Piano: Jeferson Ulbrich
Tenor: Renato Cordeiro
Soprano: Ana Paula Machado
Arranjos: Vicente Ribeiro
Suíte para Camões
Chiris Gomes e Octavio Camargo
10/06 - 20h
INGRESSOS
Suíte para Camões – Recital poético musical, com Chiris Gomes e Octavio Camargo
SESC da Esquina
Gratuito
No programa, fragmentos dos cantos 1, 5 e 9 dos “Lusíadas”, de Luis Vaz de Camões, acompanhados por danças da Suíte BWV 1006, de Johan Sebastian Bach, poema do livro “Mensagem”, de Fernando Pessoa, e poemas avulsos de seu heterônimo Álvaro de Campos, acompanhados por prelúdios de H. Villa Lobos e composições de Octavio Camargo. Para encerrar o espetáculo, o poema “Um capacete de guerra”, do livro “Todas as Crianças do Mundo”, de Sidonio Muralha”, acompanhado por composição original de Octavio Camargo.
Curitiba Barroca II
Americantiga Ensemble I Ricardo Bernardes
16/06 - 18h30
SAIBA MAIS
CURITIBA BARROCA II
Viagem do Barroco entre Roma, Lisboa e o Paraná
Bernardino José de Sena e a Missa de Paranaguá
IGREJA DA ORDEM
R. Mateus Leme, 1 – São Francisco
Gratuito e Livre
Música Sacra de Influência Romana em Portugal
Carlos Seixas (1704 – 1742)
Tantum ergo sacramentum, para
quatro vozes e instrumentos
Anônimo português do séc. XVIII
Salve regina, para alto e baixo contínuo
Solista: Felipe Rissatti
As Missões Jesuíticas do Paraná e Sul do Brasil
Anônimo indígena (séc. XVIII)
Benedicamus Domino, verso instrumental
Domenico Zipoli (1688 – 1726)
Zuipaqui, Sancta Maria, moteto para alto e instrumentos
Solista: Felipe Rissatti
A Ópera de São Paulo e do Sul do Brasil
Davide Perez (1714 – 1775)
Allegro para oboé, cordas e baixo contínuo
Francisco António D’Almeida (1702 – 1754)
Ária Cara, non paventar, do Oratório La Giuditta (Roma 1726)
Solista: Maico Sant’Anna
George Friedrich Handel (1685 – 1749)
Ária Empio dirò, tu sei da Ópera Giulio Cesare (1724)
Solista: Felipe Rissatti
Música Sacra em São Paulo e um Austríaco no Rio de Janeiro
Jesuíno do Monte Carmelo (1764 – 1819)
Pange lingua, para 4 vozes e orquestra
André da Silva Gomes (1752 – 1844)
Quoniam tu solus sanctus, da Missa a 5 vozes e orquestra
Solista: Norbert Steidl
Sigismund Neukomm (1778 – 1858)
Ave verum corpus, para soprano e orquestra (Rio de Janeiro 1819)
Solista: Luiza Girnos
A Missa de Paranaguá
Bernardino José de Sena (c. 1743 – c. 1804)
Missa de Paranaguá, para 4 vozes e orquestra
Kyrie – Christe – Kyrie
Gloria – Laudamus – Gratias – Domine Deus – Qui tollis – Quoniam – Cum sancto spiritu
AMERICANTIGA ENSEMBLE
Ricardo Bernardes
Luiza Girnos – soprano
Felipe Rissatti – alto
Maico Sant’Anna – tenor
Norbert Steidl – baixo
Vitor Andrade – spalla violino I
Ricardo Molter – violino I
Paulo Hübner – concertino violino II
Pablo Malagutti – violino II
Marcus Ribeiro – violoncelo
Rafael Rodrigues – contrabaixo
Gustavo Gargiulo – trompete barroco I
Marcelo Carvalho – trompete barroco II
Leonardo Gorosito – tímpanos
Ricardo Bernardes – órgão e direção
200 anos de morte de Dom João VI:
um outro olhar - Renato Mocellin
18/06 - 15h
INGRESSOS
200 anos de morte de Dom João VI: um outro olhar – Renato Mocellin
Memorial de Curitiba – Salão Paranaguá
Gratuito e Livre
A palestra propõe uma nova interpretação sobre a figura de Dom João VI, analisando sua trajetória política, administrativa e seu papel na transformação do Brasil durante o período joanino. A exposição busca revisitar fatos históricos e desconstruir visões estereotipadas, apresentando um olhar mais amplo sobre sua importância para a formação do Estado brasileiro.
Palestrante:
Renato Mocellin é professor de História há mais de 40 anos, autor de mais de 50 obras didáticas e paradidáticas, além de pesquisador da história regional paranaense. Atua também como colunista em rádio e televisão e é membro do Instituto Histórico e Geográfico do Paraná.
Caminhos Lusitanos
com Ananda Botelho Mendes
25/06 - 20h
INGRESSOS
Caminhos Lusitanos – com Ananda Botelho Mendes
Teatro Paiol
Gratuito e Livre
Conhecida como “a carioca do fado”, a fadista Ananda Botelho Mendes explora novas possibilidades da sua versatilidade artística. O espetáculo “Caminhos Lusitanos” propõe um passeio musical, não apenas pelas belezas de Lisboa, capital do fado, mas por cada uma das regiões de Portugal. No repertório, fados tradicionais, canções, marchas e folclores retratam de maneira emblemática a alma
lusitana. Do Minho até ao Algarve, o espetáculo conduz o público num passeio empolgante e afetivo por todos os coloridos e sabores da cultura portuguesa.
Contação de histórias obras de Sidonio Muralha
com Carlos Moreira
DE 13/06 A 04/07 - 15h
SAIBA MAIS
Contação de histórias obras de Sidonio Muralha com Carlos Moreira
Casa da Leitura Manoel Carlos Karam
Rua Batista Ganz, 453 – Santo Inácio
Gratuito e Livre
Programação
(sábados)
13/06 – 15h
20/06 – 15h
27/06 – 15h
04/07 – 15h
Festival de Gastronomia Portuguesa
26/06 a 05/07
SAIBA MAIS
Restaurantes participantes em breve
De 25 de junho a 28 de junho
CINEMATECA DE CURITIBA
COLO
25/06 - 19h
SAIBA MAIS
COLO (Teresa Villaverde, 136 min., 2017, Portugal/França)
Sinopse
Em Portugal, a rotina diária de pai, mãe e filha é absorvida pelos efeitos da crise econômica. A mãe se desdobra em dois empregos para pagar as contas, pois seu marido está desempregado. A filha adolescente guarda seus próprios segredos e tenta manter sua rotina diária apesar da falta de dinheiro. Para escapar dessa realidade comum, eles se tornam, lentamente, estranhos uns aos outros, enquanto a tensão se transforma em silêncio e culpa.
SOBRE A DIRETORA
Nasceu em Lisboa, Portugal, em 1966, e iniciou sua carreira como atriz, corroteirista e codiretora no teatro da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Participou como atriz do filme À flor do mar, (dir. João César Monteiro), trabalhou como assistente de Paulo Rocha e como corroteirista com José Álvaro Morais e João Canijo. A partir da década de 1990, começou a dirigir seus próprios filmes, entre eles: A idade maior, exibido no Festival de Berlim em 1991. Conquistou o mercado internacional em 1998 com Os mutantes. Em 2010, fundou sua própria produtora, a Alce Filmes. Dirigiu também os longas: A idade maior (1991), Três irmãos (1994), Água e sal (2001), Transe (2006) e Cisne (2011).
Ficha Técnica
Roteiro: Teresa Villaverde
Fotografia: Acácio de Almeida
Montagem: Rodolphe Molla
Som: Vasco Pimentel
Elenco: João Pedro Vaz, Alice Albergaria Borges, Beatriz Batarda, Clara Jost, Tomás Gomes, Dinis Gomes, Ricardo Aibéo, Simone de Oliveira, Rita Blanco
Produção: Teresa Villaverde, Cécile Vacheret
Classificação indicativa: 14 anos
Vitalina Varela
26/06- 19h
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Vitalina Varela (Pedro Costa, 124 min., 2019, Portugal)
Sinopse
Vitalina Varela, 55 anos, cabo-verdiana, chega a Portugal três dias depois do funeral do marido. Há mais de 25 anos que Vitalina esperava o seu bilhete de avião.
SOBRE O DIRETOR
Nascido em Lisboa, Pedro Costa abandona os estudos de História para frequentar as aulas de António Reis na Escola Superior de Cinema.Seu primeiro longa-metragem, “O sangue”, teve sua estreia no Festival de Veneza em 1989. “Casa de lava”, seu segundo trabalho, rodado em Cabo Verde, foi selecionado para o Festival de Cannes em 1994. Entre seus outros filmes estão “No quarto da Vanda”, “Onde jaz o teu sorriso?”, sobre o trabalho de Danièle Huillet e Jean-Marie Straub, e “Ne change rien” com a atriz e cantora Jeanne Balibar. “Cavalo Dinheiro” recebeu o Leopardo de Prata para Melhor Direção no Festival de Locarno em 2014.
Ficha Técnica:
Roteiro: Pedro Costa, Vitalina Varela
Fotografia: Leonardo Simões
Montagem: João Dias, Vítor Carvalho
Som: João Gazua
Produção: Abel Ribeiro Chaves
Elenco: Vitalina Varela, Ventura, Manuel Tavares Almeida, Francisco Brito, Imídio Monteiro, Marina Alves Domingues
Classificação indicativa: 12 anos
Lançamento: 14 de abril 2022
Mal Viver
27/06 - 19h
SAIBA MAIS
Mal Viver (João Canijo, 127 min., 2023, Portugal)
Sinopse:
Cinco mulheres da mesma família, de diferentes gerações, administram um antigo hotel familiar, na costa norte de Portugal, tentando salvá-lo da decadência inexorável. Um conflito antigo, talvez irreparável, pesa sobre elas: são mães incapazes de amar suas filhas. Quando a jovem Salomé chega ao hotel, velhas feridas são reabertas. Vivendo neste mesmo espaço, por vezes claustrofóbico, causa uma perturbação que traz à tona ódios latentes e rancores acumulados.
SOBRE O DIRETOR
O cineasta português João Canijo, nasceu no Porto, em 1957. Foi estudante de História, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, entre 1978 e 1980. Abandonou esses estudos para se dedicar ao cinema, tendo sido assistente de realização de Manoel de Oliveira, Wim Wenders, Alain Tanner e Werner Schroeter. Em 1988, realizou seu primeiro filme “Três Menos Eu”, selecionado para o Festival de Rotterdam. Participa do Festival de Cannes, na mostra Un Certain Regard por duas edições: em 2001, com “Ganhar a Vida”, um drama trágico protagonizado pela atriz Rita Blanco que participou de diversos filmes de Canijo como “Três menos eu”, “Filha da mãe”, além dos mais recentes; e com “Noite Escura”, em 2004, que foi o filme português escolhido como candidato ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro daquele ano. “Mal Viver” recebeu o Urso de Prata, Prêmio do Júri, no Festival de Berlim 2023 e “Viver Mal” participou da mostra Encounters, também em Berlim.
Ficha Técnica
Roteiro: João Canijo
Fotografia: Leonor Teles
Montagem: João Braz
Som: Tiago Raposinho
Produção: Pedro Borges
Elenco: Anabela Moreira, Rita Blanco, Madalena Almeida, Cleia Almeida, Vera Barreto
Título original: Mal Viver
Classificação indicativa: 14 anos
Viver Mal
28/06 - 18h
SAIBA MAIS
Viver Mal (João Canijo, 124 min., 2023, Portugal)
Sinopse:
Um hotel junto à costa norte de Portugal, recebe alguns clientes, num fim de semana. Um homem vive dividido entre dar atenção a sua mulher e o espaço que ocupa a sua mãe entre eles. Uma mãe dominadora incentiva o casamento da filha para facilitar a sua relação amorosa com o genro. Outra mãe vive através da filha, impedindo-a de tomar as suas próprias decisões. Três núcleos familiares em final de ciclo de aceitação.
Viver Mal é um espelho de Mal Viver. Num espelho a imagem refletida é invertida, neste filme a imagem mostra o que só pode ser imaginado no outro filme: os clientes do Hotel que são só sombras e vultos fugazes, em aparições muito fragmentadas, no primeiro filme, passam a ser os protagonistas. E a família do Hotel, protagonista do outro filme, passa a ser sombra e vulto fugaz, em aparições fragmentadas, que perturbam a narrativa das histórias dos clientes neste.
SOBRE O DIRETOR
O cineasta português João Canijo, nasceu no Porto, em 1957. Foi estudante de História, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, entre 1978 e 1980. Abandonou esses estudos para se dedicar ao cinema, tendo sido assistente de realização de Manoel de Oliveira, Wim Wenders, Alain Tanner e Werner Schroeter. Em 1988, realizou seu primeiro filme “Três Menos Eu”, selecionado para o Festival de Rotterdam. Participa do Festival de Cannes, na mostra Un Certain Regard por duas edições: em 2001, com “Ganhar a Vida”, um drama trágico protagonizado pela atriz Rita Blanco que participou de diversos filmes de Canijo como “Três menos eu”, “Filha da mãe”, além dos mais recentes; e com “Noite Escura”, em 2004, que foi o filme português escolhido como candidato ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro daquele ano. “Mal Viver” recebeu o Urso de Prata, Prêmio do Júri, no Festival de Berlim 2023 e “Viver Mal” participou da mostra Encounters, também em Berlim.
Ficha Técnica:
Roteiro: João Canijo
Fotografia: Leonor Teles
Montagem: João Braz
Som: Tiago Raposinho
Produção: Pedro Borges
Elenco: Nuno Lopes, Filipa Areosa, Leonor Silveira, Rafael Morais, Lia Carvalho, Beatriz Batarda, Carolina Amaral, Leonor Vasconcelos
Título original: Viver Mal
Classificação indicativa: 16 anos